terça-feira, 4 de janeiro de 2011
AMOR VERDADEIRO E O FALSO
O amor é um sentimento espontâneo estruturado na razão, não na emoção, porque é baseado no conhecimento. Não é compulsivo, isso é, amamos porque queremos amar. Não um sentimento que nos domina onde não temos liberdade de escolha, não importando se ela(e) será feliz ao nosso lado, ou tentarmos implantar nossa personalidade nela(e) sem levarmos em conta a dela.(e) Não esperamos receber nada em troca e assim não ficamos cobrando o que achamos que temos direito. Sentimos felizes com a felicidade da pessoa que amamos. Não ficamos gabando por mostrar que o amor que sentimos é maior que o amor que os outros amam. Não se alegramos com a injustiça por apoiarmos quando a pessoa que amamos age erroneamente, mas sim tentamos ver a motivação que a(o) levou ao erro, para ver de que forma podemos ajudá-la(o). Nem se iramos faltando com o respeito dizendo palavras ofensivas. Alegramos se com a verdade procurando sempre maneiras de dar elogios, se concentrando no seu lado positivo destacando suas virtudes, nunca, nem por brincadeira focalizamos seus defeitos. Também não levamos em conta o dano, por focalizarmos nosso prejuízo sem levar em conta o dela (e). Acreditamos em toda coisa positiva com relação a quem amamos, não deixando margem para o ciume egoísta se instalar e transpomos todos os obstáculos que transpõe no nosso relacionamento, zelando de seu bem estar sem sufocá-la.(o) Apesar de ser algo tão raro o valoriza, porque o amor verdadeiro sempre cumpre seu objectivo. Vale mais que um tesouro! Nada ver com a paixão cega, tão comum que escraviza quem a tem como droga que vicia cobrando um preço bem alto pelo prazer concedido. As novelas, as músicas, os filmes se destacam em passar uma imagem desse amor falso confundindo com o amor verdadeiro. Só porque é um sentimento que nos dá prazer e que nos domina, nos controla, não quer dizer que é o amor verdadeiro. Para sabermos lidar com essa paixão cega é importante saber de sua origem, sua raiz. Para isso precisamos recorrer ao manual de instruções emitido pelo nosso fabricante (criador). Note o que o Deus desse mundo disse logo após o primeiro pecado: "A mulher ele disse: "Aumentarei grandemente a dor de sua gravidez, em dores de parto darás a luz filhos e terás desejo ardente de seu esposo, e ele te dominará. Quando ele disse desejo desejo ardente, era algo inventado por ele, porque ele visava desencaminhar os anjos mais a frente. O relato mostra que ele conseguiu: "Ora, sucedeu que quando os filhos dos homens principiaram a aumentar em número na superfície do solo e lhe nasceram filhas, então os filhos do verdadeiro Deus (anjos) começaram a notar as filhas dos homens eram bem-parecidas; e foram tomar para si esposas, a saber, todas as que escolheram. Naqueles dias veio a haver os nefilíns (gigantes) na terra, e também depois, quando os filhos do verdadeiro Deus continuaram a ter relações com as filhas dos homens, e elas lhe deram filhos, eles eram os poderosos da antiguidade, os homens de fama" Eles assumiram corpos humanos para terem relações sexuais com as mulheres, porque eles queriam saber como era esse desejo ardente inventado por Satanás. E com isso desobedecendo ficaram contra Deus. Assim para corrigir a situação na terra, que ficou cheia de violência, ele destruiu o mundo daquele tempo com o dilúvio. Como esses anjos foram impedidos de se materializarem corpos humanos, hoje, para matar a saudade daquelas belas mulheres, usam corpos das pessoas para satisfazerem seus desejos imorais. Por isso muitos casamentos são desfeitos, por causa da fornicação, adultério. Também essa onda de pedofilismo, homossexualismo, lesbianismo, tudo está relacionado com esse desejo ardente, que é para combater o amor verdadeiro. A diferença é que o amor verdadeiro não é compulsivo. De fato, um Deus amoroso não iria criar algo para nos causar sofrimento. Não confunda um desejo que é compulsivo, com um que é espontâneo. Mais detalhes josue.saulo@hotmail.com
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